domingo, 27 de janeiro de 2013

Décimo Nono Capitulo -um dia só para nós- parte I

Zac On
Sem esperar que ela abrisse os olhos e aproveitando os seus lábios entreabertos, rocei a minha boca na dela, fechando os meus olhos e sentindo o meu estômago revirar assim que as nossas línguas se esbarraram pela primeira vez. Uma onda de calor e electricidade percorreu o meu corpo quando a Nessa colocou a mão na minha nuca e a acariciou com toda a sua delicadeza e suavidade. 
Com as mãos nas laterais do seu corpo, um pouco acima da sua cintura, eu tentava encostá-la mais a mim em um dos nossos beijos mais intensos, sem sombra de dúvidas. Desajeitadamente, levei a minha mão por baixo da perna da Vanessa e puxei-a para mim, ela não resistiu nem por um segundo, apenas me permitiu deitá-la e descansar uma das minhas pernas entre as dela. Com o joelho e um dos braços apoiados no colchão, a minha mão livre acariciava-lhe a cintura por cima da blusa de noite. 
A panturrilha dela esbarrava na minha, ligeiramente flexionada, eu queria apenas subir a sua blusa e sentir a textura da sua coxa grossa e delineada, o quão quente e macia ela estava. As suas mãos entrecalavam-se entre acariciar os meus ombros e os meus braços.  Os seus dedos finos subiam e desciam, uma vez ou outra as suas unhas deixavam-me saber que existiam, mas com uma delicadeza que chegava a fazer cócegas. 
Vanessa envolveu-me pelo pescoço e segurou o meu cabelo, permitindo-me beijá-la com uma intensidade ainda maior. Estávamos sem fôlego nenhum, mas não pretendíamos parar só por causa de ar. Com a lateral do seu corpo livre, a minha mão tinha acesso para explorar com maior facilidade, desde o seu quadril até a altura das suas costelas, apertando-a contra mim. Às vezes, ela abafava gemidos dentro da minha boca, o que me fazia suspirar pesadamente, tentando liberar um pouco da adrenalina que me faria arrancar a roupa dela e fazer coisas que ela não fazia ideia do que se tratava e do quão bom era.
Conforme eu acariciava o seu corpo, a sua blusa escapava deslizava pelo corpo dela, deixando a sua barriga exposta. A sua respiração estava totalmente descompassada e por vezes eu achei que ela estivesse com falta de ar, tão ofegante que chegava a fazer ruídos. Isso aumentou gradativamente quando eu arrastei os meus lábios entreabertos até á sua orelha, depositando beijos suaves, que faziam Vanessa tremer em meus braços. Totalmente absorto de qualquer coisa que não fosse o calor e o perfume doce que a sua pele emanava, eu depositei a mão sobre o seu seio, por cima da blusa, passeando com as pontas dos dedos em seu contorno com discrição. Vanessa, que agora respirava pela boca, puxava todo o ar possível a cada pressão que meus dedos faziam em seu colo.  As suas mãos apertavam as minhas costas e antebraço com tanta força que eu cheguei a acreditar que estávamos a fazer amor sem penetração, como se as nossas almas fizessem amor por conta própria. 
Vanessa passou os dedos delicados sobre os meus e apertou-os sobre o próprio seio, em seguida arrastou a minha mão até ao seu colo, bem próximo do seu pescoço. Ainda beijando o seu pescoço com humidade suficiente, eu desabotoei o primeiro botão da blusa, fazendo o mesmo com os que o seguiam, até a linha do estômago. A blusa agora estava aberta e os seus seios, à vista, amparados apenas pelo sutiã meia taça branco com uma delicada renda lilás e um lacinho no vale dos seios. Os meus dedos acariciaram a parte exposta pela peça. Vanessa forçou os dedos no meu braço, encolhendo-se um pouco assim que cobri o seu seio com a mão, massageando-o com cuidado por cima do sutiã até que ela se acalmasse um pouco, então ergui parte da peça com as pontas dos dedos e o que amparava seu seio agora era a minha palma. Massageava-o e fazia uma pressão suave, ouvindo-a gemer baixo, próxima do meu ouvido. 
Com a bochecha colada na dela, vez ou outra eu brincava com a língua em sua orelha. O seu seio, embora rígido naquele momento, era o mais macio que eu já havia tido em mãos, eu poderia passar um dia todo apenas sentindo-o erguer-se para o meu toque. Pensei em beijá-lo, sugá-lo, e só com a ideia de fazê-lo o meu corpo ficava ainda mais quente. Eu estava latejando interiormente dos pés à cabeça, eu nunca quis tanto uma mulher como queria Vanessa, e, por mais que ela também me quisesse e eu soubesse disso através dos seus sinais, eu sabia que deveríamos ir passo ante passo, eu iria respeitar os limites impostos por ela, mesmo eles não sendo ditos. Ela era meiga e delicada e eu tinha o dever de cuidá-la com todo o cuidado e amor.
As nossas respirações estavam igualmente descompassadas, pude sentir quando aproximei o meu rosto do seu. Com a mão que estava acima da sua cabeça, afaguei o seu cabelo, afastando a franja da sua testa enquanto iniciava um beijo calmo. Pude sentir os seus braços escorregarem pelos meus ombros e então ela começou a puxar para cima a minha camisola, pedacinho por pedacinho, revelando pouco a pouco o meu tronco. Ajudei na tarefa de tirá-la por completo e retomei a posição anterior, ainda com os lábios colados aos seus, beijando-a carinhosamente. Senti o meu corpo tremer junto com o dela quando o seu corpo se colou ao meu, os seus seios rígidos amassaram-se contra o meu peito, projectando um gemido que ficou preso na minha garganta. 

Com uma mão acariciar a sua cabeça, aproveitei a liberdade da outra para acariciar a lateral do seu corpo, passando o polegar pela sua pele quente. As suas mãos agora seguravam, ou apenas descansavam na minha cintura, fracamente. Pude sentir quando ela mordiscou o meu lábio de uma forma delicada que me fez sorrir, ela parecia ter medo de me machucar e eu gostava dessa sensação de carinho. Nem nos meus sonhos mais eróticos eu imaginava sentir-me da forma como Nessa fazia com que me sentisse. Eu não nego ter me deitado com mais de 10 mulheres antes da Vanessa, mas naquele momento era como se toda a minha experiência caísse pelo chão, eu sentia-me tão meigo quanto ela, tão medroso quanto ela, tão sincero quanto ela.


Desabotoei as minhas calças e eu mesmo as retirei, junto com as meias. Quando me virei, reparei que Vanessa mantinha a mesma posição, as mãos sem vida sobre a barriga que subia e descia freneticamente em consequência da sua respiração ofegante. Deixei a carteira ao lado do suporte de madeira e apoiei as mãos no colchão, voltando para a posição que me encontrava anteriormente. Os meus lábios foram de encontro aos seus e, antes de tocá-los, vi-a fechar os olhos, sorri e beijei-a.

Senti que ela parou de respirar quando os meus lábios tocaram no seu seio, eu fechei meus olhos para deixá-la à vontade, como se isso deixasse alguma privacidade para que ela pudesse morder os lábios ou fazer expressão de quem está a gostar. Rodeei o bico com a língua, sentindo-o estalar na minha boca. Permaneci beijando-o e fazendo secções quase imperceptíveis enquanto ela segurava firmemente os meus cabelos entre os seus dedos finos.
Comecei a livrá-la das cuecas, a sua barriga contraiu-se sobre a minha e depois retornou num ritmo mais rápido. Os nossos corpos em total contacto deixavam-me saber o quão nervosa ela estava, e eu tenho certeza de que, se a chuva não estivesse a fazer um barulho tão grande, eu poderia escutar o seu coração, não que ele estivesse muito diferente do meu.
Enquanto beijava carinhosamente o seu pescoço, eu retirava discretamente os meus boxers. Ela estava com os olhos fechados e as palmas pressionadas nas minhas costas. Eu não queria assustá-la com a minha erecção  mas foi necessário apenas um esbarrão no seu ventre para que ela enrijecesse no mesmo minuto, prendendo a respiração.
Zac : esta tudo bem, meu anjo, não vou magoar-te.
Sussurrei no seu ouvido e senti-a ceder à sensação de temor. Passei a palma da mão pela sua coxa e fiz uma pressão suave, beijando delicadamente a sua orelha. Vanessa. Rocei o meu nariz no seu carinhosamente e sorri, distribuindo alguns beijinhos nos seus lábios entreabertos, por onde escapavam alguns gemidos e a respiração pesada.
Zac : tudo bem? -perguntei baixo com os lábios encostados aos seus, ela afirmou com a cabeça-

Comecei novamente a beijá-la e deixei a minha mão correr livremente até á sua virilha, onde brinquei com as pontas dos dedos até a acariciar intimamente. Senti que ela apertou as pernas em volta da minha cintura para em seguida relaxar pouco a pouco. Eu fazia movimentos circulares com a ponta do dedo e parecia ter encontrado o ponto certo, pois vez ou outra ela estremecia e gemia contra a minha boca.

Vanessa : oh, Zac. - ela murmurou, despregando os lábios dos meus e fazendo-me sorrir, enlouquecia-me ouvi-la gemer o meu nome-
Zac : calma, está bem? -ela assentiu rápido- Vou ser gentil contigo meu anjo, confias em mim?
Vanessa : confio. -ela sussurrou enquanto apertando os olhos, estiquei a minha mão até a sua e entrelacei os nossos dedos, erguendo as costas da sua mão pelo colchão e deixando-a na altura do seu rosto, segurando firmemente a sua palma contra a minha-
Zac : amo-te - disse sincero num sussurro não ouvido por Vanessa-
Apoiei o meu corpo no antebraço, sem soltar a sua mão, e com a outra em liberdade segurei o meu membro. Fechei os meus olhos, encostando a testa na dela, e encostei a glande no seu clitóris. Senti-a enrijecer de primeiro momento, mas, conforme eu arrastava o meu membro pela sua feminilidade, ela deixava-se acalmar, e acredito que ela estava a gostar da carícia.
Enquanto distribuía beijos delicados pelos seus lábios, eu comecei a penetrá-la, eu estava a tremer, mas não deixei que ela percebesse. Firmei mais a minha mão à dela e soltei o meu membro que seguia o seu caminho, descansando o corpo no outro antebraço e colando os nossos troncos. Empurrei um pouco mais e os seus lábios entreabriram-se sem soltar som algum, os seus olhos estalaram e encontraram-se com os meus. Ela apertou mais a minha mão e eu fiz uma pressão lenta para dentro. Vanessa gemeu com o cenho contraído, a sua respiração arfante batia contra o meu rosto, envolvendo-se com a minha, também acelerada. Um grito entrecortado escapou dos seus lábios quando eu fiz um movimento decisivo dentro dela, eu lutei contra os meus olhos que se queriam fechar, mas permaneci encarando o seu rosto.

Zac : calma, meu amor, não quero magoar-te, ajuda-me.

Os movimentos não eram intensos, ao contrário do beijo que trocávamos. Os nossos corpos em total contacto  o suor escorria pela minha testa e pescoço, também percorria por meu abdómen devidamente colado ao dela. O meu membro latejava dentro dela, eu sentia que a qualquer momento poderia explodir. Ondas de sensações mútuas e alucinantes percorriam o meu corpo enquanto ela gemia baixo com os lábios encostados no meu ouvido, assim como os meus ao dela. As nossas palmas totalmente empapadas de suor ainda estavam coladas, pressionando-se uma vez ou outra.
Eu estava totalmente enlouquecido de prazer, eu não podia segurar por muito mais tempo, por mais que eu soubesse que aquilo poderia estar a ser bom para ela, não podia mais deter as estocadas ligeiras e com alguma força, não era por querer, era instintivo. Murmurei o seu nome com a voz consequentemente rouca e ouvi-a dizer o meu nome, quase ronronando, de uma forma que me fez apertar os olhos e retorcer a expressão em puro prazer. Vanessa tremeu nos meus braços e um gemido relativamente alto escapou dos seus lábios, foi então que eu me permiti chegar ao orgasmo, logo em seguida do dela. Uma onda de calor percorreu o meu corpo e instalou-se na minha virilha, expulsando toda a minha essência em jactos rápidos.
Permanecemos em silêncio, apenas observando os movimentos que os nossos corpos ainda colados faziam por causa da respiração descompassada e ruidosa. As nossas bochechas encostadas e tão suadas quanto as nossas mãos. Projectei me para o lado, soltando a sua mão calmamente, e senti as minhas costas molharem o colchão enquanto eu encarava o tecto  Ela virou-se para mim e aninhou-se no meu corpo. Abracei-a e beijei o topo da sua cabeça delicadamente, recuperando aos poucos a minha respiração normal.



Vanessa : Zac? -chamou apercebendo-se que estava sozinha na cama, as janelas ainda estavam fechadas mas a hora que o relógio marcava certificava Vanessa que já era tarde, já devia ter descido para tomar o pequeno almoço é horas- Zac?! -voltou a chamar. Desviou o seu olhar para a porta da casa de banho quando a ouviu abrir-se. Zac estava apenas com uma toalha branca enrolada na cintura, os cabelos ainda estavam molhados e mais bagunçados que o habitual- a isto é que eu chamo acordar no paraíso. -solta uma gargalhada infantil-
Zac : bom dia meu anjo. -Zac ajoelhou-se ao lado da cama e beijou Vanessa delicadamente- um paraíso é acordar todos os dias ao teu lado linda.
Vanessa : os teus pais já tomaram o pequeno almoço? -perguntou passando os dedos pelos feios de cabelo húmido de Zac-
Zac : já, eles saíram com o Edu e a Lice. -da um beijinho no nariz de Vanessa- o Chace teve de ir ver como estavam as coisas para a inauguração e a Amanda foi com ele.
Vanessa : hum ... -entrelaça os seus dedos nos de Zac- então isso quer dizer que temos a casa só para nós? -sorri travessa-
Zac : sim ...
Vanessa : então ... -Vanessa começa a puxar Zac para a cama mas ele não deixa- eih!!
Zac : não há eih nem meio eih, é quase uma da tarde dona Vanessa, esta na hora de levantar dessa cama!
Vanessa : não quero! -abraça-se á almofada como uma criança-
Zac : é a primeira vez que temos a nossa casa só para nós Nessa, temos de aproveitar. -beija-lhe o pescoço- anda la, sai dessa cama.
Vanessa : nos podemos aproveitar na cama. -sorri um pouco envergonhada- não me apetece levantar.
Zac : mas vais, eu dispensei os empregados para podermos andar á vontade e fazermos aquilo que bem quisermos onde nós bem entender-mos, levanta dessa cama! -Zac levanta-se do chão e puxa as cobertas para traz fazendo Vanessa reclamar- sai dessa cama toma um banho e veste qualquer coisa, enquanto isso eu vou fazer o nosso almoço. -Zac entra no closet e segundos depois volta a sair com umas calças de moleton vestidas, o tronco ainda estava nu- tens 15 minutos para estar la em baixo Hudgens. -avisou abrindo a porta-
Vanessa : mor ...
Zac : 15 minutos, nem um segundo a mais nem um segundo a menos.
Vanessa : mas ...
Zac : não me faças ter de vir aqui busca-te Vanessa, vai ser bem pior. -ameaçou saindo do quarto-
Vanessa : chato! -soltou saindo da cama com um sorriso no rosto-



Hum ... Um dia só para os dois?! O que será que vai acontecer na parte II?! Sera que alguém vai ficar chateado, vai haver discussão?! Constrangimentos?! Comentem para saber o mais depressa possivel.

10 comentários para o próximo.
Beijos e ate logo :)

quarta-feira, 23 de janeiro de 2013

After Party - uma fanfic com apenas um capitulo ...

Entrei na festa com o nariz empinado e de óculos escuros. Sabia que muitos jornalistas iriam me importunar por não estar de fantasia, mas eu nem ia passar muito tempo na festa. Havia acabado de sair de uma sessão de autógrafos do meu novo livro e estava afim de uma cama macia e não de festa. Mas como a festa era a anual balada de Halloween dada pela minha melhor amiga, eu não podia fazer desfeita e tinha que ficar pelo menos meia hora lá. 
Passei pelo corredor a caminho do saguão e uma jornalista me parou perguntando exatamente o que eu sabia que ela perguntaria: onde estava a minha fantasia? 
- Não vou ficar muito tempo, acabei de sair de uma sessão de autógrafos, vim apenas prestigiar Ashley. 
- E agradeço muito por isso, amiga. – Ashley veio em minha direção sorrindo e me abraçando com força, o que era meio desconfortável considerando a barriga de sete meses de gestação da minha amiga. Ela estava linda e reluzente, ela parecia muito contente. A gravidez e Martin estavam fazendo muito bem a ela, mesmo. Com um top preto e uma saia longa da mesma cor, ela parecia deslumbrante e as teias de aranha que ela desenhara na barriga eram fofas demais. 
- Tinha que vir te dar um abraço, Ashley. Mas não posso ficar muito tempo, querida. 
Sem me dar ouvidos, Ashley me puxou pela mão me arrastando pela festa, como sempre fazia desde que éramos adolescentes. Vi alguns conhecidos e acenei, mas não dava para fazer muito com Ashley me puxando daquela forma. Vi alguém fantasiado de Jason vindo em minha direção e ri sozinha já sabendo quem era o fantasiado. 
- Doces ou travessuras? 
- Doces, você sabe como sou formiga, Harry. – ri e Harry tirou a mascara olhando feio para mim por ter adivinhado quem era. 
- Queria te assustar, Vanessa. Não teve graça. 
- Deixa pra próxima, querido. 
Finalmente Ashley tinha me soltado, pois tinha encontrado uma outra pessoa para puxar de um lado para o outro, o seu marido Martin, que estava todo contente sendo arrastado pelo salão. Fui até a mesa de doces que era a minha parte preferida nas festas de Halloween da Ashley e peguei uns cubinhos de abobora que eram deliciosos. 
- Doces ou travessuras? 
- Travessuras. – Ok, vamos deixar o pequeno Harry Boy brincar um pouquinho, coitado! 
- Os tipos de travessuras que eu quero com você são impróprias para o local e a hora, Vanessa. 
Não precisei pensar muito para saber quem era o dono da voz sensual que dizia essas coisas em meu ouvido. Sorri ainda de costas para ele, toda festa de Ashley era lei nos pegarmos em algum lugar, fosse no banheiro do salão ou na casa de um de nós. E o melhor de tudo isso: sempre sem compromisso algum. 
Não sou uma mulher promiscua, longe de mim, mas ele despertava essa coisa sensual dentro de mim que não conseguia resistir. Talvez fosse o jeito com que o meu corpo reagia ao dele, totalmente sem controle e sem pressa. 
Talvez. 
- Olá Zachary. – cumprimentei me virando para ele com um sorriso totalmente malicioso nos lábios. 
- Seu vestido é lindo, Vanessa. - ele disse pegando uma jujuba verde de um pote que estava perto de mim e colou seu corpo ao meu para fazer essa simples tarefa. Eu sabia o que ele queria de mim, e surpreendentemente era o mesmo que eu queria dele. – Mas é uma pena que ficará no chão do meu apartamento em trinta minutos. 
O que responder? Não havia como dizer não a Zachary. E na realidade, eu nem ao menos queria dizer não. 
Ele se afastou com as jujubas na mão e me deixou com uma visão encantadora de seu traseiro. Trinta minutos e eu estaria no seu apartamento, me aproveitando de toda a visão que eu estava tendo agora. Uau! 
Aproveitei os trinta minutos restantes da festa para mim conversando com conhecidos e rindo ao ver Harry não ter sucesso em nenhuma de suas tentativas de me assustar. Ashley percorria a festa toda ainda arrastando Martin que sorria contente e alisava a barriga da esposa. Puxei o celular da bolsa e vi que já dera minha hora. Quarenta minutos se passaram desde que Zachary havia me dado seu ultimato. Parei ao lado de Ashley para me despedir e ela me olhou de cima abaixo com seu olhar critico de sempre. Martin sorriu fofo como sempre, também. 
- Amiga, a festa está maravilhosa mas eu tenho que ir. 
- Sei. Tenho certeza de que algum certo amigo de Martin lhe deu apenas trinta minutos para estar no apartamento dele. 
Preciso começar a controlar a minha cara de boba perto de Ashley, ou contratar um detetive paranormal para analisar a mente da minha amiga. Tenho certeza de que ela é vidente. Ou então está muito obvio o que estou indo fazer. 
- Bem, já entendeu, Ashley. Beijinhos. – me despedi do casal vinte e saí da festa por uma porta lateral para evitar o assedio dos jornalistas e paparazzis. No momento só havia um assedio que eu queria. E era o assedio das mãos deZachary. 
Assim que entrei no carro o meu celular tocou e o atendi prontamente: 
- Já estou indo, Zachary. 
- Pensei que não viesse mais e me deixaria na mão. – Maldito duplo sentido. 
- Relaxe, querido, chegarei mais rápido do que pensa. 
E realmente cheguei. O porteiro apenas sorriu para mim enquanto eu ia rumo do elevador que me levaria até a cobertura. Apertei o botão 23 e subi levemente já sentindo uma vertigem ao imaginar como a noite prometia. Assim que o elevador parou, a porta se abriu e fui puxada para braços fortes e minha boca se encontrou com os lábios macios e sedentos com que Zachary cobriu os meus sem esperar. - Você chegou rápido mesmo. – ele disse me dando uma trégua de seus beijos. 
- Posso ser muito rápida quando a vantagem está ao meu favor. 
Ele sorriu e foi me empurrando para o sofá do seu apartamento com delicadeza e uma firmeza assustadora. Ele sorriu ao ver minha expressão assustada e me beijou mais uma vez agora com carinho. Olhei ao redor enquanto meu corpo era repousado no sofá e vi o que o dinheiro pode comprar. Tudo naquele apartamento era luxuoso e caro provando que Zachary tinha dinheiro para dar e vender. E por mais que eu dê valor ao amor, posso garantir que dinheiro é uma beleza. 
Mas existiam coisas muito melhores que dinheiro, e Zachary com certeza me provaria que elas existiam. Os seus lábios deslizavam pelo meu pescoço mordendo devagar cada pedacinho de pele que tocava e suas mãos acariciavam minha cintura por cima do vestido, mas eu sabia que ele queria fazer o que tinha dito mais cedo. Jogar meu vestido no chão e se aproveitar. 
Ergui meu corpo para dar acesso às suas mãos ao zíper atrás das minhas costas. Ele entendeu na hora e puxou o zíper bem devagar. Eu ri sentindo cócegas com o contato e ele me virou no sofá me deixando com o rosto encostado no assento. Enquanto ele terminava de descer meu zíper, a sua boca encontrou a minha nuca me causando um arrepio forte. 
Descargas elétricas poderiam muito bem exemplificar o que meu corpo passava quando a boca de Zachary deslizava pelas minhas costas daquela forma. Os meus gemidos eram abafados pelo estofamento do sofá e podia ouvir as risadas safadas dele ao ver que o meu corpo estremecia daquela forma. 
Assim que o meu zíper foi finalmente aberto, ele puxou o meu vestido para o chão e me virou, olhando em meus olhos profundamente. Seus olhos azuis eram profundos e quando encontravam os meus escureciam de uma forma que eu não sabia explicar. 
O que acontecia entre mim e Zachary era tão inexplicável que não havia palavras para descrever, mas havia tanto para sentir que as vezes nos sentíamos confusos. Ele desceu seu olhar por todo o meu corpo admirando minha lingerie preta escolhida para combinar com o vestido. 
As mãos de Zachary não tinham controle, passeavam por todo o meu corpo e as vezes paravam em certos pontos, mas era por pouco tempo, já que logo elas se desesperavam em uma nova busca de algum ponto que necessitasse mais do calor delas. Como se meu corpo inteiro não necessitasse de Zachary. 
A boca dele também era exigente e Zachary atacava a minha sem aviso prévio. Mas meus lábios eram rapidamente trocados por meu pescoço ou meu colo que aceitavam de bom grado os beijos de Zachary. Com cuidado ele abriu o fecho lateral de meu sutiã e atacou meus seios com as mãos apertando-os carinhosamente, mas de um jeito tão bom que eu só pude gemer. 
Ele me olhou sorrindo e eu retribuí o sorriso vendo seus lábios descerem pelo meu colo até encontrarem meus seios, beijando e lambendo com carinho. Nunca Zachary fora tão carinhoso quanto estava sendo naquela noite. Era estranho, mas era delicioso também. 
Ao mesmo tempo em que ele me beijava daquela forma sensual, as suas mãos tiravam a minha calcinha bem lentamente, vagarosa e sensualmente. Os seus dedos percorriam minhas coxas, subindo e descendo para depois aproximarem-se tentadoramente de minha virilha. Peguei em sua mão e a coloquei onde eu precisava de suas caricias. Ele levantou os olhos para mim e sorriu, voltando depois a atenção para os meus seios mais uma vez. Os seus dedos eram quentes e me acariciavam com lentidão, apenas para me deixar mais descontrolada do que já estava. Ele, ao contrario, estava vestido e totalmente controlado, apenas manipulando meu corpo e despertando em mim as sensações que ele queria que fossem despertadas. 
Levei minhas mãos para seus ombros, e escorreguei-as até chegar à barra de sua camiseta, puxando-a para cima deixando bem claro o que eu queria. Ele levantou seus braços, ficando em pé na minha frente, me deixando desnudá-lo. Tirei sua camisa com um pouco de pressa, ele abriu o cinto e tirou os sapatos devagar, não entendendo que eu queria apressar um pouco as coisas. Puxei-o pelo cós da calça para perto de mim e eu mesma abri o seu botão e seu zíper, abaixando sua calça de uma vez. 
- Para que a pressa, Vanessa? – ele perguntou com um sorriso malvado – Devagar é tão mais excitante, não acha? 
Eu sorri e ele entendeu aquilo como um sim, já que voltou a me deitar no sofá, onde antes eu estava sentada para poder tirar sua roupa. Seus lábios apoderaram-se dos meus com uma lentidão absurda, me beijando carinhosamente, enquanto seus dedos brincavam mais uma vez perto de minha virilha, aos poucos seus dedos foram adentrando meus recantos até finalmente me penetrarem. Ia gritar de tão boa a sensação, mas os lábios dele presos aos meus não me permitiram. Ele movimentava os dedos dentro de mim com a mesma lentidão que antes, sem pensar duas vezes me joguei mais para perto dele para fazê-lo entender o que eu queria. 
Ele tirou suas boxers jogando-as para algum canto da sala, colocou uma camisinha que pegou no bolso da calça antes de eu jogá-la longe e deitou sobre mim, tocando meu corpo com a vagarosidade que estava começando a me irritar. Assim que o membro dele encontrou meu sexo, ele perdeu toda a sua pose controlada. O Zachary delicado e lento cedeu lugar ao Zachary selvagem que eu conhecia, me penetrando de uma vez e arrancando um grito que eu não pude conter. Ele se movimentava com firmeza, puxando meu corpo de encontro ao dele a cada estocada que ele dava. O prazer estava avassalador e logo o êxtase viria para nós, ao mesmo tempo, como sempre era com Zachary. E não foi diferente dessa vez, dando mais uma firme investida contra o meu corpo, Zachary relaxou sentindo o meu corpo fazendo o mesmo. Rolou nossos corpos no sofá me deixando por cima, com a cabeça em seu peito enquanto ele acariciava meus cabelos. - Preciso conversar com você. – ele disse com uma voz inédita para mim. 
- Pode falar. 
- Em todas as festas da Ashley fazemos a mesma coisa. E acho que estou irritado de esperar as festas da Ashley para poder te ver. 
Ok, isso foi estranho e não entendi suas palavras. Me virei para ele olhando em seus olhos e esperando-o concluir para ver se finalmente eu entenderia o que ele queria dizer. 
- Pense bem, Vanessa, agora só nos veremos na festa de Ação de Graças. Tem um mês inteiro até lá. – Isso era verdade. Mas ainda não tinha entendido. 
- Você poderia explicar melhor. Apesar de ser uma ótima escritora, meu cérebro não funciona muito bem depois de uma noite com Zachary. – eu brinquei e ele riu antes de me abraçar e se sentar, me colocando sentada em seu colo. 
- O que quero dizer é que não quero te ter apenas nas festas da Ashley. Quero te ter sempre. – eu o olhei com os olhos brilhando. Não posso negar que eu também não ficava satisfeita com nossos encontros apenas after party. Eu sempre queria mais, porém sabia que era tudo sem compromisso, não podia forçar Zachary a nada. 
- Mas... E o lance de sem compromisso? 
- O que eu mais quero é um compromisso sério com você, Vanessa. Você é linda, inteligente, sexy, ou seja, tudo o que eu sempre quis. 
Eu sorri boba e ele pegou minha mão, pronto para fazer o que eu menos imaginava que ele faria. Não, ele não faria isso. 
- Quer namorar comigo, Vanessa? 
- Claro! – respondi contente me pendurando em seu pescoço. 
- Isso foi melhor do que eu esperava. Não agüentaria ficar até o dia de Ação de Graças para te ver. 
- Nem eu. – sorri para ele com os lábios quase tocando os dele. 
Ele agora era meu e não precisaríamos mais esperar after parties para poder nos encontrar. Poderíamos até mesmo fazer before parties se fosse o caso. Mas se antes, depois ou durante não importava. O que importava era que agora eu tinha Zachary para mim.



So para vos dar alguma coisinha para ler. Vou postar o próximo capitulo assim que der. Desculpem esta demora mas esta complicado para mim.
Gostaram da Fic?

quarta-feira, 2 de janeiro de 2013

Décimo Oitavo Capitulo -Tentar entender, a mentira continua-

No capitulo anterior ...
Zac : tu és a minha vida meu anjo. -disse fazendo Vanessa encara-lo- eu nunca fui tão feliz como sou ao teu lado meu anjo, tu és o sol da minha vida, sem ti e vivo no escuro Vanessa. -disse sincero- eu não te vou deixar ir, nunca. -disse beijando-a com calma-
Vanessa : eu não quero ir. -disse com a testa colada na de Zac- eu quero ser tua Zac, para sempre.
Zac : tu já és minha meu amor,e vais ser sempre.
Vanessa : tua. -sorri-
Zac : só minha! -sorri também-



Décimo Oitavo Capitulo


Starla : esta melhor? -perguntou vendo Vanessa descer as escadas com Alice ao colo-
Vanessa : sim, desculpem a cena, não era minha intenção ter feito aquilo mas ...
David : nos sabemos Vanessa, ninguém é de ferro, ainda mais quando mexem com os que gostamos. -disse a sorrir- não se desculpe.
Vanessa : mesmo assim, eu não devia ter batido na Amanda, foi uma atitude insensata. -disse auto-recriminando-se-
Starla : eu chamava-a de verdadeira minha querida. -sorri- foi a reacção do momento, não se culpe por defender a sua família de quem a ofende. Fez o que tinha de ser feito. -Starla estava a dar razão a Vanessa?! Ela não queria acreditar-
Vanessa : obrigado por compreenderem. -solta um sorriso tímido- agora vamos preparar alguma coisa para este menina comer antes que ela se chateie, não é meu amor? -perguntou falando com Alice-
Alice : ioglute! -disse mostrando os dois dentinhos a nascer-
Vanessa : Rosa! -chamou enquanto sorria com a empolgação de Alice- 
Rosa : precisa de alguma coisa senhora? -perguntou-
Vanessa : traga aqui á sala um iogurte para eu dar á Alice por favor.
Rosa : sim, senhora. -Rosa estava a virar-se quando Starla a chama- pois não?
Starla : leve a Alice consigo, eu gostava de falar consigo Vanessa. -disse- se não se importasse, claro. -acrescentou-
Vanessa : amm ... não claro. -disse sem fazer a mínima ideia daquilo que Starla queria falar consigo- vai com a Rosa meu amor. -Vanessa passou Alice para os braços de Rosa e sentou-se do sofá á frente de Starla- então?
Starla : podemos falar la fora, no jardim? -perguntou-
Vanessa : claro, vamos. -Vanessa foi á frente e Starla atrás, seguindo-a. Vanessa estava receosa, não queria discutir mais, muito menos com Starla- e então? -perguntou sentando-se num banco baloiço- sente-se. -disse quando viu que Starla continuava de pé-
Starla : obrigado. -disse sentando-se- eu queria falar consigo sobre o Zachary, -disse encarando Vanessa- e sobre si. -acrescentou-
Vanessa : Starla eu não quero discutir. -disse logo- já esgotei o meu pacote pelos próximos dois anos.
Starla : eu não quero discutir consigo Vanessa, apenas falar e tentar perceber a vossa relação, apenas isso. -disse cobrindo uma das mãos de Vanessa com as suas- a Vanessa é a mulher que o meu filho escolheu, eu preciso entender o porquê.
Vanessa : Starla ... -suspiro- você sabe como tudo começou, não há muito que dizer.
Starla : claro que há. -contrapôs- Vocês não decidiram começar uma relação, mesmo que inapropriada, de um momento para o outro, tem de haver um porquê.
Vanessa : eu não gosto de falar sobre este assunto Starla, é passado, um passado que não gosto de relembrar e que eu e o Zac prometemos esquecer assim que metemos os pés dentro daquele avião á quase um ano atrás. -mentiu, como ia dizer a Starla como tudo havia acontecido?! Ia dizer-lhe que estava juntos por Chace os andava a chantagear? Não podia, nem devia.- não me faça ter de reviver tudo aquilo outra vez, eu não gosto.
Starla : eu entendo, mas também tem de perceber que para a aceitar realmente eu tenho de saber o porquê Vanessa. Você sabe, a Amanda é como uma filha para mim, acha que não me custou vê-la destroçada por ter visto o marido aos beijos com uma mulher que ela mal conhecia? -perguntou- eles tinham uma filha Vanessa, uma bebe pequena. Quer lhe custe ou não foi você que acabou com aquele casamento, você e o Zachary. Eu só quero entender o porquê. -explicou- não a vou voltar a julgar ou ofender, a Vanessa faz o meu filho feliz e para mim isso chega, eu nunca o vi tão feliz como agora. -disse a sorrir- nem mesmo quando era casado com a Amanda. -admitiu- é a mulher certa para o meu filho Vanessa, isso esta aos olhos de quem não quer ver. Diga-me só como tudo começou, eu e o David precisamos entender.
Vanessa : oh Starla ... -disse sem saber o que dizer, não havia o que dizer- o casamento do seu filho nunca foi perfeito. -Vanessa lembrava-se de ouvir Zac e Amanda discutir no escritório, mas só uma vez mas muitas- tinha dias que o seu filho chegava devastado á empresa, -dista Vanessa também se lembrava, nunca teve coragem de perguntar o porquê na época que trabalhava para Zac, mas tinha vezes que ele chegava completamente para baixo ao trabalho- começamos-nos aproximar e quando demos por nos já tínhamos passado na linha. -Vanessa não acreditava que estava a contribuir para aquela mentira, será que aquilo nunca ia acabar?-
Starla : é isso que eu quero entender Vanessa, como é que se deu essa aproximação! -disse apertando as duas mãos de Vanessa- eu não quero ser metediça ou chata mas é realmente importante para mim entender.
Vanessa : aconteceu tudo naturalmente, quando o Zac chegava mal á empresa eu perguntava o que se passava e palavra por palavra a cada dia que passava ficamos cada vez mais próximos, íamos almoçar, jantar, marcávamos encontros fora do horário de trabalho e consequentemente as coisas foram crescendo ate á primeira vez que ... -Vanessa não conseguia fazer aquilo, mentir sobre a sua própria vida?! Pensava que aquilo já tinha acabado- que ... 
Starla : dormiram juntos. -disse quando viu que Vanessa não conseguia dizer- 
Vanessa : isso. -disse sem jeito- e foi assim.
Starla : porque é que se foi embora? -perguntou sem entender- eu lembro-me do Zachary comentar, quando ainda era casado com a Amanda, que tinha pedido o despedimento. Porque o fez?
Vanessa : nem eu nem o Zac nos sentíamos bem ao enganar toda a gente, aquilo tinha de acabar, não era o certo. -Tinha de ser, se Vanessa conta-se agora toda a historia sobre Chace tinha medo que pudesse perder Zac, tinha medo do que pudesse acontecer ... Se para ficar com Zac tinha de continuar com aquela mentira, continuava- quando acabamos com tudo eu quis ir embora, eu não conseguia ver mais o Zac casado com uma pessoa de quem não gostava, eu não me sentia bem com isso. Pedi o despedimento e fui para o Texas, voltei para casa dos meus pais.
Starla : o Eduardo, quando foi embora já sabia que estava gravida? -Vanessa tinha ido embora no mesmo ano que ficou gravida, Starla sabia disso-
Vanessa : não, só descobri pouco tempo depois de voltar para o Texas. -que Deus a ajudasse a continuar com toda aquela mentira-
Starla : contou ao Zachary?
Vanessa : não, não tive coragem, não lhe queria causar transtorno. -Vanessa não ia deixar que Zac ficasse mal naquela historia. Que ficasse ainda pior.- ele só soube quando descobrimos que o Eduardo sofria com leucemia. -disse tentando não chorar por relembrar aquele momento- a única solução era fazer um transplante nem eu ou os meus pais éramos compatíveis. O Zac era, foi por isso que eu voltei, eu tinha de pedir-lhe para salvar o meu filho, o nosso filho. Foi quando a Amanda entrou na sala e nos viu juntos.
Starla : então foi isso. -Starla respirou fundo e encarou Vanessa- se não fosse pelo Eduardo, agora não estava com o Zachary. -Vanessa confirmou abanado a cabeça, a única verdade naquela historia- eu entendo, mas não aceito a forma como essa relação começou. -admitiu- apesar de tudo vocês erraram, erraram muito Vanessa.
Vanessa : eu sei. -disse com lágrimas nos olhos, ninguém imaginava o quanto lhe custava ser acusada de uma coisa que nunca fez-
Starla : mas todos erramos não é minha querida? -disse a sorrir- eu errei com o meu filho durante anos ao ter-lhe virado as costas, o que fiz não se faz a ninguém, muito menos a um filho. -lamentou- eu nunca vou esquecer o vosso erro Vanessa, nem tão pouco o vou perdoar.
Vanessa : eu entendo.
Starla : mas estou disposta aceitar a vossa relação daqui em diante, acho que já pagaram o suficiente pelo erro que cometeram. -sorri- tal como você e o Zachary eu também estou disposta a esquecer o passado e focar-me apenas no presente. O meu filho construiu uma nova família e esta mais feliz do que nunca, você faz o Zachary feliz Vanessa, isso é o que mais importa.
Vanessa : esta a dizer que aceita a minha relação com o Zac? -perguntou sem acreditar- depois de tudo o que lhe contei, depois de tudo o que fizemos?
Starla : eu e o David achamos que esta na hora de lhe dar a oportunidade de mostrar quem realmente é, não pode pagar toda a vida por um erro que cometeu.
Vanessa : eu ... eu nem sei o que lhe dizer Starla, isso é tudo o que mais quero! -disse a chorar de felicidade, finalmente estava a ser aceite pela família do homem que amava- eu amo o seu filho, nunca o vou magoar.
Starla : eu sei. -disse limpando as lágrimas de Vanessa com um pequeno lenço branco- esta escrito nos seus olhos o amor que sente pelo Zachary, você realmente ama-o Vanessa.
Vanessa : ele é o homem da minha vida Starla, ele é o meu porto seguro. -admitiu entre choros- sem ele eu fico sem chão, eu não consigo ficar sem ele.
Starla : eu sei. -sorri- o Zachary também gosta muito de si, eu consigo ver isso de cada vez que ele olha para si Vanessa, de cada vez que ele diz o seu nome ou ate de cada vez que ouve a sua voz. O semblante dele muda cada vez que esta por perto. Pro meu filho você é o centro de tudo. -Vanessa sorri- posso confessar-lhe uma coisa?
Vanessa : claro. -disse limpando as lágrimas, estava tão feliz, Starla e David tinham finalmente aceitado-a.- diga.
Starla : você e o meu filho só começaram realmente a gostar um do outro no dia em que eu e o David fomos ate ao apartamento do Zachary, antes desse dia não era amor Vanessa, era atracão, carinho talvez. Mas amor não. -confessou- aquele beijo que presenciei foi bem mais do que um simples beijo entre duas pessoas que gostam uma da outra, foi como se só naquele momento vocês finalmente percebessem que podiam ser felizes um com o outro, realmente felizes.
Vanessa : sabe, eu acho que tem razão. -sorri, depois de Starla falar Vanessa percebeu que foi ali, foi ali que uma nova pagina da sua vida começou, aquele beijo foi o começo de uma nova vida. Foi aquele beijo que mudou tudo.- obrigado por me dar esta oportunidade, isso é muito importante para nos. -Vanessa estava a referir-ser a si e a Zac-
Starla : fico feliz por poder ajuda. -sorri- entramos?
Vanessa : eu vou já. -Vanessa precisava estar sozinha, assimilar aquela conversa e converse-se que agora nada a podia afastar de Zac. Precisava assentar as ideias.-
Starla : ate já então.


Zac : já disse que nao Amanda, tu nao vais ficar sozinha com a Alice seja aqui seja em que lugar for. -disse pela décima vez.

Starla : o que se passa? -sussurrou para David. Amanda já tinha regressado com Chace e agora estava a discutir com Zac-
David : a Amanda voltou decidida a levar Alice com ela. -sussurrou de volta- o Zachary nao vai permitir uma coisa dessas, ele esta decidido.
Starla : nao acha melhor acalmar-se Amanda? -perguntou indo para o lado dela- discutir nao os leva a lugar algum.
Amanda : a Alice é minha filha, eu tenho direitos sobre ela Starla. -disse entre dentes- o seu filho nao me quer deixar voltar com a minha filha, acha isso normal?
Zac : tu ficas-te seis meses sem ligar nenhum á minha filha, achas que eu te ia deixar leva-la assim, sem mais nem menos? -perguntou com um pequeno sorriso de gozo nos lábios- és patética Amanda.
Chace : eu nao te admito ...
Zac : cala-me essa boca anormal, a conversa ainda nao chegou a um nível assim tão baixo para te meteres. -disse cortando Chace- eu estou em minha casa, tu nao tens de admitir ou deixar de admitir nada.
David : vamos ter calma Zachary, falar assim nao nos vai levar a lugar nenhum. -disse intrometendo-se- nao acham que já ouve discussões suficientes nesta casa por hoje?!
Zac : eu achava que sim, mas pelos vistos a Amanda nao entendeu o recado. -disse respondendo á pergunta retórica de David- tu nao vais levar a Alice contigo, nem agora nem nunca. Tu nao estas em condições de cuidar de uma criança, muito menos a tempo integral. Tu estas completamente desequilibrada e eu nao vou deixar que faças a minha filha voltar a sofrer por tua causa, acabou o tempo em que tu fazias aquilo que bem entendias. Chega Amanda! -disse num tom de voz um pouco alterado- se voltas a falar neste assunto eu peço a guarda da Alice e arranjo forma de nunca mais a poderes ver. Entendes-te agora?
Starla : isso nao se faz a uma mãe Zachary. -Starla queria continuar bem com Zac mas nao podia compactuar com uma coisa daquelas- nao podemos privar uma mãe de ver a filha.
Zac : ela ficou sem falar com a filha durante seis meses mãe, qual é a diferença? -perguntou encarnado Amanda- eu nao quero fazê-lo, mas se a Amanda continuar a insistir nao vou ter outra opção.
Amanda : eu quero a minha filha. -falou enquanto se aproximava de Zac-
Zac : a Alice o Eduardo e a Vanessa são as coisas mais importantes da minha vida Amanda, eu nao fico sem eles nem por nada. O que tu queres é irrelevante para mim. -disse sem estar minimamente afectado pela aproximação de Amanda-
Amanda : é tudo por causa dela nao é? -perguntou com desdém- desde o inicio, foi tudo por causa dela.
Zac : do que é que estas a falar? -perguntou sem entender- 
Amanda : tu só estas a fazer isto porque a Vanessa te pediu nao é? -perguntou alto- foi ela que disse para tu nao me deixares levar a Alice, eu sei que foi.
Zac : tu és louca. -disse soltando a cabeça para atrás- eu e a Vanessa nem falamos sobre este assunto, e sabes porquê? -perguntou serio- porque tu levares a Alice daqui nem nunca sequer foi uma possibilidade. Isso nao vai acontecer, a Alice fica comigo e com a Vanessa que diferente de ti trata-a como ela merece, da-lhe amor e nao a desilude.
Amanda : eu sou a mãe! -gritou- nao essa desclassificada!
David : Amanda! -recriminou- cuidado com o que diz.
Amanda : estou a dizer alguma mentira? -gritou, mais uma vez- essa mulher foi pra cama com um homem casado, teve um filho com ele e acabou com um casamento. Chamar-lhe de desclassificada é pouco, o que ela é é muito pior.
Zac : essa mulher que tu falas é a mulher que eu amo e eu nao admito que tu fales assim dela. -gritou para Amanda- nem nos teus sonhos consegues chegar sequer a ser um terço daquilo da mulher que ela é, ela pode ter errado mas tem num dedo mais princípios do que tu no corpo todo.
Amanda : princípios? -solta uma gargalhada seca- tu achas que uma mulher que vai para a cama com um homem casado tem princípios?!
Zac : uma mulher que vá para a cama com todos os homens do mundo consegue ter mais princípios que tu. -disse com nojo- tu só nao sais desta casa agora por causa dos meus pais. -disse apontando para Starla e David- nunca mais Amanda, nunca mais voltes e dirigir-me a palavra. Se o arrependimento matasse eu já estava estendido no chão desta sala, casar-me contigo foi o maior erro da minha vida. -admitiu- só nao digo que envolver-me contigo foi um erro por causa da Alice, de resto ... tu és uma nódoa na minha vida Amanda, só me trazes problemas, ate mesmo quando já nao fazes parte dela.
Amanda : tu ...
XX : nao percebeste o que ele te disse? -Vanessa tinha ouvido a conversa praticamente desde inicio, decidiu nao deixar-se mostrar, as coisas podiam ficar piores. Ainda bem que o fez, ouvir Zac dizer que a amava, mesmo nao sendo verdade, foi tão bem ... dava tudo para poder ouvir aquilo todos os dias, que fosse verdadeiro ...-
Chace : Vanessa ...
Vanessa : eu nao falei contigo. -disse sem sequer olha-lo- eu acho que o Zac conseguiu ser mais claro do que eu, tu nao vais levar Alice contigo, tu nao vais voltar a meter-te na nossa vida e como ele te pediu nao vais voltar a dirigir-lhe a palavra. Qualquer assunto relacionado com a Alice, a partir de agora tratas com a Rosa.
Amanda : mas ...
Zac : ou isso ou peço a guarda da minha filha.




Gostaram? Este capitulo é um pouco mais pequeno mas acho que esta bom. Espero que gostem, comentem!!!!
10 COMENTÁRIOS PARA O PRÓXIMO. Beijos e muito obrigado a quem comentou. Amo-vos :)

segunda-feira, 31 de dezembro de 2012

HAPPY NEW YEAR  FOR EVERYONE !!!!




Que o vosso 2013 seja repleto de alegria, paz, saúde e acima de tudo AMOR!!!!
Que os vossos desejos se concretizem e os vossos sonhos se realizem. 
Tenham um bom ano meus amores, DESEJO-VOS TUDO DO MELHOR :)





Não percam a esperança, um novo ano vem ai e tudo pode acontecer. Os nossos sonhos podem se realizar.


BOM ANO :)

sexta-feira, 28 de dezembro de 2012

Décimo Sétimo Capitulo -I Love Her ... Reencontro-

No Capitulo anterior ...
Eu me aconcheguei-me no peito dele. Ele beijou o topo da minha cabeça e sussurrou.
Zac : eu prometo que nunca ninguém nos vai separar.
Vanessa : adoro-te Zac -respondi a sorrir. Eu estava realmente cansada acabei por adormecer nos braços de Zac, como já era habitual.-

Décimo Sétimo Capitulo

Era incrível a maneira como uma noite podia mudar tudo. 
Quando Zac acordou Vanessa ainda dormia agarrada ao seu peito e com a cara enroscada na lomba no seu pescoço. Aquela sensação já conhecida de sentir a respiração de Vanessa bater na sua pele parecia melhorar dia após dia, mas naquela manha sabia extraordinariamente bem.
Cobriu as costas de Vanessa que ate então estavam descobertas com a manta abraçou-a com mais força. Vanessa remexeu-se e enroscou mais as suas pernas nas de Zac fazendo-o sorrir. Aquela mulher era mesmo única, ate a dormir.
Olhou para o relógio que tinha em cima da mesinha de cabeceira e relaxou quando viu que ainda tinha duas horas antes de ir buscar os pais. Ainda era cedo.
Encarou Vanessa durante longos minutos e apercebeu-se da melhor coisa que lhe podia ter acontecido. Amava-a! Meu Deus e como a amava
Sentiu-se feliz por ter finalmente arrumado o passado da sua vida, ali sim, naquela cama estava o seu futuro. Vanessa era o seu futuro e disso Zac já sabia mesmo antes de descobrir que a amava com todas as suas forças. Era aquela mulher que ele queria. Era aquela mulher que ele amava. Era aquela mulher que ele queria fazer feliz. Era aquela mulher que ele queria fazer sentir-se amada todas as noites. Era aquela mulher que ele queria que fosse a mãe dos seus filhos. Era aquela mulher, a mulher da vida deleJá não havia Amanda, já não havia Chace, já não havia nada. Não havia nada que o pudesse separar de Vanessa.


Starla David Amanda e Chace ainda nao tinham chegado, o voo tinha atrasado e Zac já os esperava á longos minutos no aeroporto. Estava nervoso por voltar a reencontrar todas aquelas pessoas depois de meio ano, nao sabia o que esperar. Depois de sair de Los Angeles voltar a ver apenas Ashley e Taylor que sempre que podiam iam passar o fim de semana a sua casa, eles mantinham-no, a ele e Vanessa informados de tudo o que se passava, mas isso nao era o suficiente para nao ficar nervoso depois de ficar seis meses sem ver aquelas pessoas. Logo aquelas pessoas. 
A reacção de Alice também o preocupava, era o que mais o preocupava. Alice tinha apenas dois anos, estava a caminho dos três, já nao via a mãe á seis meses e nem sequer voltou a falar com ela. Alice era apenas uma criança, o que esperar de uma criança que fica sem falar e ver a mãe durante seis meses?
Pensar que Chace iria repartir a mesma casa que Vanessa deixava-o furioso, se ele tentasse alguma coisa ... Zac nem queria pensar, era capaz de o matar. Vanessa era sua, ninguém mais tinha o direito de lhe tocar pralem dele, ninguém.
A aterragem do voo foi anunciada, Zac levantou-se nervoso e Tobby, o motorista, acompanhou-o ate á sala de desembarque. As malas já estavam no carro, agora era só esperar que eles chegassem e ir para casa.
Tobby : nao são eles ali senhor? -perguntou apontando para um grupo de quatro pessoas a entrar na sala-
Zac : são. -respondeu encarando-os-
Logo Starla sorriu ao ver o filho, apontou para Zac e caminhou para ele com David ao lado e Amanda e Chace atrás.
Starla : pareces bem meu querido. -disse depois de abraçar Zac-
Zac : eu estou bem mãe. -respondeu a sorrir- fizeram uma boa viajem?
David : mais calma impossível meu filho.-disse abraçando-o- realmente pareces-me bem.
Zac : eu já disse que estou, todos estamos. -corrigiu-
David : a Vanessa nao veio?
Zac : nao, ela e os miúdos ficaram em casa, era cedo quando eu vim para cá  -explicou- já devem estar á nossa espera.
Amanda : como esta a Alice? -perguntou agarrada ao braço de Chace e quase sem voz. Zac olhou-o pela primeira vez depois de quase um ano, ele estava tão diferente. Estava mais magra, com o cabelo pelos ombros e com um tom de pele mais pálido. Nao parecia aquela Amanda que ele viu antes de sair de Los Angeles.-
Zac : nao achas que é demasiado tarde para fazer uma pergunta dessas? -perguntou olhando-a serio- passaram seis meses Amanda, nem a porcaria de uma chamada tu foste capaz de fazer para falar com a tua filha. -Amanda encarou o chão, já estava á espera daquilo- para quem esperou quase um ano pode bem esperar mais alguns minutos.
Chace : pareces bem Zachary. -disse cínico, teve a lata de estender a mão a Zac- esperamos que a Vanessa esteja tão bem quanto tu.
Zac : ela esta. -disse apertando-lhe a mão- melhor impossível. -disse a sorrir-
Tobby : podemos ir senhor? -Tobby esteva a poucos passos atrás de Zac, esteve imparcial durante toda a conversa-
Zac : antes disso, Tobby estes são os meus pais, Starla e David.
Tobby : vai ser um prazer servi-los senhor. -disse cumprimentando os dois com um aperto de mão-
Zac : Amanda e Chace, uns amigos da família. -disse sem mais saber o que dizer-
Tobby : é um prazer senhores. -disse cumprimentando-os do mesmo modo-
Starla : as malas?
Tobby : já estão todas na bagagem do carro senhora. -respondeu-
Zac : sendo assim acho que podemos ir.


Christian : sejam bem vindos senhores. -Christian era o segurança, era sempre ele que falava primeiro com as visitas- quer que avise que chegaram senhor? -perguntou a Zac-
Zac : não vai ser necessário Christian, obrigado.
Christian : senhor. -Christian abriu o portão e logo estavam a entrar em casa de Zac-
Zac : sejam bem vindos ao meu humilde lar. -disse a sorrir-
David : não esperava que vivesses numa casa destas Zachary. -disse saindo do carro- 
Starla : estava á espera de uma casa simples, não de uma mansão.
Zac : eu também esperava uma casa simples, mas quando cheguei aqui deparei-me com isto. Vamos entrar?
Chace : claro. -respondeu a sorrir, aquela casa era fantástica-
Rosa : sejam bem vindos senhores, vai ser um prazer servir-los durante a vossa estadia aqui em casa. -disse a sorrir- precisam de alguma coisa?
Chace : não, obrigado. -Chace gostava de dar ordens-
Rosa : alguma coisa senhor? -perguntou virando-se para Zac-
Zac : onde esta a Vanessa e as crianças? -perguntou enquanto Tobby e outro empregado levavam as malas para os respectivos quartos-
Rosa : o menino Eduardo esta no jardim e a senhora subiu á pouco mais de 15 minutos com a menina Alice. -respondeu- mais alguma coisa?
Zac : sim, prepare alguma coisa para comermos Rosa, por favor.
Rosa : claro senhor. -Rosa saiu da sala e Zac fez sinal para todos se sentarem-
Zac : fiquem á vontade, eu vou chamar as crianças e a Vanessa.
Vanessa : não é preciso, eu já estou aqui! -disse do cimo das escadas. Zac olhou para la, assim como todos. Vanessa estava linda num vestido ate aos pés branco com um estampado florido, tinha um decote em V á frente e era sem costas, apertava no pescoço. O cabelo preso num rabo de cavalo frouxo. Estava linda.- bom dia. -disse agarrando o braço de Zac- como foi a viajem?
Starla : calma. -respondeu com um pequeno sorriso, aos poucos começava a aceitar Vanessa. Tinha de admitir, ela era sem duvida uma bela mulher, e fazia o seu filho feliz, obviamente.- tem aqui uma bela casa Vanessa.
Vanessa : obrigado. -sorri- querem alguma coisa?
David : o Zachary já tratou disso. -sorri- os meus netos? -perguntou-
Vanessa : o Edu deve estar no jardim e a Lice acabou de adormecer.
Zac : eu vou chamar o Edu. -Zac afastou-se e saiu para o jardim deixando Vanessa sozinha com os seus pais e os "outros"-
Starla : como vai a sua academia de dança Vanessa? -perguntou depois dela se sentar-
Vanessa : óptima, cada dia mais alunos. -respondeu a sorrir-
Amanda : eu posso ir ver a minha filha? -perguntou fazendo com que Vanessa a olha-se pela primeira vez. Meus Deus, Amanda estava diferente, muito diferente.-
Vanessa : claro. -respondeu- tenta não fazer barulho, custou a fazê-la dormir.
Amanda : eu sei como cuidar da minha filha. -disse azeda- eu sou a mãe. -Vanessa ia responder mas Rosa apareceu com uma bandeja na mão-
Rosa : espero que esteja do vosso agrado senhores.
Vanessa : esta sempre Rosa. -sorri- acompanhe a Amanda ate ao quarto da Lice, ela esta a dormir. -pediu-
Rosa : claro senhora. -respondeu a Vanessa- por aqui. -aponta para Amanda subir e vai logo atrás-
Chace : espero que não estejamos a incomodar Vanessa. -falou fazendo Vanessa encara-lo seriamente- é um prazer revela. -Chace olhou para Vanessa com desejo e sorri-
Vanessa : veio com os pais do meu noivo Chace, claro que não incomoda. -respondeu a sorrir- como vão as coisas com a inauguração? -perguntou virando-se para David- muito trabalho certamente.
David : nem queira saber, já perdi conta das vezes que me chateei com o organizador. -disse fazendo gestos com as mãos- queremos uma coisa requintada, é claro, mas ele teima em estar sempre a falar de modernidade.
Vanessa : modernidade as vezes é bom David. -sorri- mas acho que tem razão, a Efron já é uma empresa muito antiga, modernidade poderia estragar a imagem que quer passar.
David : Deus a valhe minha querida! -disse um pouco alto e com as mãos levantadas- finalmente alguém com um ponto de vista que coincide com o meu. A Starla e o Chace acham que devemos inovar! -abana a cabeça-
Vanessa : inovar é diferente de modernizar David, quem sabe ate é uma boa ideia.
David : vai ser apenas a inauguração de uma nova filial Vanessa, não propriamente um lançamento da nova linha de jóias, quem sabe ai.
Zac : aqui esta ele! -disse aparecendo na sala com Eduardo pendurado nos ombros-
Vanessa : ele acabou de tomar o pequeno almoço Zac, põe-no no chão. -disse a sorrir- essas brincadeiras ...
Eduardo : são as que eu mais gosto! -disse quando Zac o pôs do chão-
Vanessa : isso sei eu bem peste. -rola os olhos- o teu pai é pior que tu.
Zac : se não sobrasse para mim ... -senta-se ao lado de Vanessa- não esta aqui ninguém? -perguntou com as sobrancelhas levantadas a Eduardo-
Eduardo : ola avô, ola avó! -disse dando-lhes um beijo na bochecha- quem és? -perguntou virando-se para Chace. Zac e Vanessa olharam-se na hora-
Chace : Chace. -Chace estava fixado em Eduardo, era a primeira vez que via o rosto do seu filho. Ele era parecido consigo, olhos azuis e cabelos loiros, se bem que as feições eram todas de Vanessa.- é um prazer conhecer-te Eduardo. -disse a sorrir-
Eduardo : a Lice? -perguntou indo pro colo de Zac sobre o olhar atento de Chace-
Vanessa : ela esta a dormir meu amor. -disse desconfortável, foi a primeira vez que viu o seu filho cara a cara com o verdadeiro pai. Aquela cena deixou-a mexida-
Eduardo : ajudas-me com os trabalhos de casa pai?
Zac : claro. -sorri, Zac tinha reparado na forma como Vanessa olhou para Chace e Eduardo juntos. Aquilo foi desconfortável.- logo fazemos, pode ser? -Eduardo abanou a cabeça-
Todos ficaram alarmados quando ouviram o som de choro ecoar as escadas, Vanessa e Zac levantaram-se de imediato, mas logo pararam quando viram Amanda no cimo das escadas com Alice ao colo a chorar e a debater-se contra os braços dela. Amanda parecia inconformada com aquela reacção.
Vanessa : eu disse para teres cuidado Amanda. -disse quando ela ainda descia as escadas- ela passou a noite mal, não a devias ter acordado!
Rosa : eu avisei senhora mas a menina Amanda não me deu ouvidos. -justificou-
Amanda : alguém lhe deu autorização para falar criatura?! -perguntou rude- limite-se á sua insignificância!
Zac : Amanda! -recriminou olhando a filha debater-se no colo dela-
Amanda : sempre deste demasiada confiança aos criados, depois da nisto! -abana a cabeça negativamente- cada vez pior Zachary.
Starla : tenha calma Amanda. -disse vendo o modo como ela abanava Alice nos braços-
Amanda : calma Starla, quer que eu tenha calma quando a minha filha já nem faz aquilo que eu mando?! -perguntou ironicamente- já chega Alice! -disse um pouco alto-
Vanessa : quem diz chega sou eu! -disse chegando-se á beira de Amanda- dá-me a Alice! -estende os braços-
Amanda : a filha á minha! -agarra mais Alice- calada Alice! -abana-a-
Alice : nane! -gritou a chorar esticando os bracinhos para Vanessa- papa!
Zac : chega Amanda! -Zac vai ao lado de Amanda e tira-lhe Alice dos braços com o maior cuidado possível no momento, não foi muito- pronto meu amor. -abraça Alice e beija-lhe os cabelos- já esta tudo bem princesa.
Eduardo : tu és má! -disse apontando para Amanda-
Amanda : esta calado pirralho! -grita-
Vanessa : tu não falas assim com o meu filho! -agarra-lhe o braço- endoideceste?
Amanda : vocês viraram a minha filha contra mim! -acusa- 
Vanessa : tu é que viraste a tua filha contra ti quando ficaste quase um ano sem falar com ela! Querias o quê?! -perguntou ironicamente- que uma criança que esta prestes a fazer 3 anos te recebesse de braços abertos?!
Zac : só estas a colher aquilo que semeaste. -disse tentando acalmar Alice- cada vez tenho mais certezas que trazer a Alice comigo foi o certo a fazer, tu não sabes ser mãe, nunca soubeste. -acusa-
Amanda : eu não te admito Zac! -aponta-lhe o dedo- tu não tens moral nenhuma para me acusar de nada, tu trouxeste a tua filha para a casa que divides com a tua amante!
Vanessa : eu pelo menos sei ser mãe e tanto quanto sei o Zac já não é casado contigo, ele pode fazer o que ele quiser com quem ele quiser que tu não tens nada a declarar! -Vanessa estava cansada daquela historia de amante, ser constantemente acusada de uma coisa que nunca tinha feito era frustrante-
Chace : tem calma Amanda. -pediu agarrando-a pelo braço- sabes que não vale a pena.
Amanda : eles querem tirar-me a minha filha Chace, vale tudo a pena.
Vanessa : ninguém te quer tirar nada criatura, tu é que estas afastar a tua filha não falando com ela durante quase um ano, não entendes isso? -gritou- se alguém tem culpa és tu, não eu ou o Zac que sempre deixamos claro que as portas desta casa estavam abertas para ti, tu podias ter vindo visitar a tua filha sempre que quisesses e ela podia ter ido ter contigo também. Tu nem sequer ligas-te, quises-te la saber!
Amanda : eu quero levar a minha filha comigo, ela não fica sem mim nem mais um minuto! -Amanda tinha vontade de esbofetear Vanessa, odiava-a- ela esta uma mimada, não foi assim que eu criei a minha filha.
Zac : a Alice não sai daqui, tu não sabes cuidar de uma criança, eu não te vou deixar levar a minha filha, nem penses nisso. -disse apertando ainda mais Alice nos seus braços- a minha filha fica comigo que ao contrario de ti sei cuidar dela e tenho oportunidade de lhe proporcionar uma família.
Amanda : tu achas que tens uma família! -solta uma gargalhada irónica- tu chamas família a uma mulher que aceitou ir pra cama contigo enquanto eras casado e a um pirralho que tu ignoraste durante anos e que nem a certeza tens se é teu filho?
Vanessa : Eduardo sobe para cima e leva a Alice contigo. -disse controlando a raiva-
Eduardo : mas mãe ...
Zac : faz o que a mãe disse Edu, toma leva a Lice contigo, vão pro salão de jogos e vejam um filme. -disse mais calmo que Vanessa, pôs Alice no chão e Eduardo deu-lhe a mãe levando-a consigo escadaria a cima-
O barulho da mão de Vanessa estalar na cara de Amanda foi o único som que se ouviu assim que Eduardo e Alice desapareceram da vista de todos. A seguir a isso os sons de estampo escaparam pela boca de Starla que levou a mãe á boca, David limitou-se a abanar a cabeça negativamente perante a cena. Chace olhava Vanessa atómico e Zac apressou-se a puxar Vanessa para o seu lado para que ela não fizesse mais nada.
Vanessa : chega. -disse vendo que ninguém se ia pronunciar- eu deixei-te ficar em minha casa, vais ficar debaixo do meu tecto durante duas semanas, deves-me respeito. -disse apontando o dedo á cara de Amanda- nunca mais me voltas a insultar a mim ou ao meu filho Amanda, eu não vou permitir. -disse seria- quanto ao Zac vamos deixar as coisas bem claras, ele foi casado contigo, não é mais. -disse pausadamente- a partir do momento em que assinaram os papeis de divorcio tu deixas-te de ter o direito de falar com ele da maneira que queres e bem te apetece, estou farta de te ver a fingir ser a coitadinha desta historia. Esse papel não te assenta bem. -Vanessa andou para trás e entrelaçou os seus dedos com os de Zac- nos agora estamos juntos e nem tu nem ninguém tem o direito de nos criticar, nos não estamos a ofender ninguém. -Amanda fez menção de virar-se para sair mas a voz de Vanessa deteve-a- só mais uma coisa, quero que fique claro que tu e o Chace só estão nesta casa por consideração aos pais do Zac, se não fosse por eles vocês não punham aqui os pés. Não depois disto.


Starla : nao era nossa intenção provocar isto. -disse depois de os ânimos acalmaram. Depois das palavras de Vanessa Amanda saiu sendo seguida por Chace, Vanessa decidiu subir para se acalmar. Pediu para ficar sozinha.-
Zac : a culpa não é vossa, a Amanda é que passou dos limites. -disse sentando-se no sofá com os pais- a Vanessa já estava aguentar muito tempo calada, algum dia isto ia acontecer.
David : a Amanda passou dos limites agora. -disse recriminando-a- sempre disse que não era boa ideia ter a Amanda e a Vanessa a dormir debaixo do mesmo tecto, isto era inevitável.
Zac : a Amanda perdeu a noção daquilo que estava a dizer, completamente.
Starla : quando ela voltar vamos ter uma conversa seria, aquele comportamento foi inaceitável. -Zac abanou a cabeça numa resposta muda de quem concordava com a ideia-
Zac : vou ver da Vanessa. -disse levantando-se e subindo as escadas sob o olhar atento dos pais-
Starla : o nosso filho esta apaixonado David. -disse assim que ele desapareceu da vista deles- 
David : quando o vi com a Vanessa pela primeira vez, naquela festa da empresa pareceu-me tudo uma farsa, era tudo demasiado forçado, mas agora ... -disse abraçando Starla-
Starla : nessa festa eles pareciam abalados, nervosos. Parecia que estavam juntos por obrigação mas gora estão realmente apaixonados.
David : eu só acreditei nesta relação quando os vi juntos na sala do apartamento do Zac em Los Angeles, eu acho que foi ali que eles começaram realmente apaixonar-se um pelo outro, antes disso foi apenas desejo, não era amor.
Starla : Deus escreve certo por linhas tortas meu querido, o Zac não era totalmente feliz com a Amanda, tinha vezes que parecia que ela estava com ele apenas por estar. -suspira- o nosso filho reparava nisso e ficava de rastos.
David : a relação dele com a Vanessa deve ter começado por conta disso mesmo, o Zac amava a Amanda mas não se sentia amado, deve ter encontrado essa peça que faltava na Vanessa e por isso começou o relacionamento com ela mesmo estando casado com a Amanda. -concluiu- no fundo ele só estava a tentar ser feliz, não da maneira mais correcta mas ...
Starla : ele agora esta feliz e isso é que importa, se é com a Vanessa que ele se sente completo nos só temos de aceitar e ficar felizes por ver-nos o nosso único filho feliz e com uma família linda como ele tem.
David : a Vanessa é uma boa mulher, errou por amor e já pagou pelos seus erros, acho que esta na hora de a aceitar-mos querida. -Starla sorriu em resposta-


Zac : posso? -perguntou antes de entrar- é seguro? -perguntou fazendo Vanessa soltar um sorriso- então piolhinha? -perguntou abraçando-a por traz-
Vanessa : já não me chamavas assim á muito tempo. -disse aconchegando-se dos braços fortes de Zac- já estava com saudades. -disse verdadeiramente, gostava quando Zac a tratava assim, carinhosamente, se bem que ele tratava-a assim sempre, mas quando a chamava de piolhinha ... era tão bom!-
Zac : estas mais calma? -perguntou virando Vanessa de frente para si-
Vanessa : hum hum ... -respondeu antes de o beijar- exaltei-me e quando dei por mim já tinha ...
Zac : não te tens de justificar meu anjo, fizes-te o que tinha de ser feito. -sorri- a Amanda mereceu, se não tivesses feito tu tinha feito eu.
Vanessa : ela ofendeu-me Zac, já estou farta. -disse rodeando os braços na cintura de Zac-
Zac : ela ultrapassou os limites hoje, estava a ver que ia ser eu a dar-lhe uma bofetada. -admitiu-
Vanessa : tu fazias isso? -perguntou olhando-o com atenção-
Zac : ela estava a ofender-te, estava a ofender o nosso filho Vanessa, eu não admito a ninguém isso. -disse serio- não lhe batia mas dizia-lhe umas boas verdades. -esclareceu-
Zac : que foi? -perguntou quando a viu sorrir-
Vanessa : se pudesse fechava-te neste quarto e não te deixava mais sair! -disse beijando-o- adoro-te meu amor. -sussurrou no ouvido de Zac-
Zac : tu chamaste-me de quê? -perguntou sem acreditar-
Vanessa : meu amor. -sorri- é isso que tu és, o meu amor. -beija-o-
Zac : tu és a minha vida meu anjo. -disse fazendo Vanessa encara-lo- eu nunca fui tão feliz como sou ao teu lado meu anjo, tu és o sol da minha vida, sem ti e vivo no escuro Vanessa. -disse sincero- eu não te vou deixar ir, nunca. -disse beijando-a com calma-
Vanessa : eu não quero ir. -disse com a testa colada na de Zac- eu quero ser tua Zac, para sempre.
Zac : tu já és minha meu amor,e vais ser sempre.
Vanessa : tua. -sorri-
Zac : só minha! -sorri também-





DESCULPEM !!!!! Estou com vergonha de aparecer assim depois de tanto tempo mas estava cheia de problemas e nao estava com a mínima cabeça para escrever, mas pelo que podem ver isso mudou!!!!
Espero que gostem deste capitulo, cheio de surpresas e GRANDE!!!!!! Acho que o maior que já escrevi :)
Como será que vão ser estas duas semanas? E o relacionamento dos nossos amores, será que vai continuar forte?
Esperem para ver e comentem!!! 10 COMENTÁRIOS PARA O PRÓXIMO!!!!!
Beijos e mais uma vez peço desculpa :)
Agora estou activa e cheia de ideias ...